Os Párocos da Catedral (1897-1987)

Já tivemos a oportunidade de tratar com todos nossos caríssimos leitores um pouco sobre a biografia e as realizações de todos os curas da sé, ou párocos da Catedral, articulando o período em que estiveram à frente de nossa igreja referencial com a história brasileira, uberabense e da própria Igreja Católica em todos os seus níveis. Pudemos assim percorrer um longo caminho de 90 anos de história, iniciando em 1897, e finalizando em 1987. Pudemos percorrer nesses noventa anos todos os períodos políticos da história republicana brasileira e acompanhar toda a história eclesiástica moderna a partir de São Pio X (o papa que criou nossa diocese), bem como todos os bispos de Uberaba desde D. Eduardo Duarte Silva. Retomemos todos os sacerdotes dos quais tratamos brevemente: 1) primeiramente Mons. Inácio Xavier de Souza (1897-1929) e os desafios por ele enfrentados na estruturação tanto doutrinal quanto material logo no começo do século; 2) Pe. Alaor Porfírio de Azevedo (1929-1934) e sua coragem ao enfrentar os modernismos que considerava prejudiciais à fé; 3) Mons. Joaquim Tiago dos Santos (1934-1935), considerado braço direito de D. Luís Maria Sant’Ana no governo da diocese de Uberaba; 4) o mais jovem de todos a assumir a Catedral: Pe. Jacinto Fagundes (1935-1941), com apenas 31 anos; 5) Mons. Almir Marques Ferreira (1941), futuro primeiro bispo de Uberlândia; 6) Mons. Saul Amaral (1941-1946/1948-1949), mais reconhecido por seus longos anos na condição de vigário de Sacramento; 7) Côn. Isaías Lagares (1946-1948), importante reorganizador do Seminário Diocesano; 8) Côn. José Armênio Cruz (1949-1954), reconhecido por seu diligente trabalho à frente do jornal Correio Católico, tornado diário; 9) e, finalmente, Mons. Olympio Olivieri (1954-1987), o mais longo pároco a frente de nossa Catedral Metropolitana. Que o conhecimento histórico nos sirva de fomento para nossa identidade de cristãos católicos confiados ao Sagrado Coração de Jesus e inscritos na Arquidiocese de Uberaba.

Por Vitor Lacerda

Compartilhe!
0 respostas

Deixe um comentário

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *