Celebração aos “cativos da alma” leva milhares de pessoas à paróquia de Santa Teresinha

Valorizar a cultura afrodescendente da região. Esta foi a proposta da Fundação Cultural de Uberaba (FCU) para o dia 13 maio – Dia Nacional da Abolição da Escravatura.  As festividades em comemoração à data tiveram início na Vila Celeste, onde aconteceu o encontro de Congadas, Moçambique, Afoxés e Tapajós. Em seguida, os grupos folclóricos saíram no tradicional fitão, movimentando-se da região do grupo Brasil até a praça Santa Teresinha, onde ocorreu a reinauguração do busto da Princesa Isabel.

Na sequência foi realizada a habitual missa dos “Cativos da Alma” pelo padre Adailton Carlos da Silva Ribeiro, pároco da paróquia Sagrada Família, em Uberaba.  A celebração deste ano também contou com a presença do Coral Afro de Uberaba, além do anúncio dos festeiros de 2019. De acordo com o presidente da FCU, Antônio Carlos Marques, as celebrações religiosas e os festejos dos 130 anos da assinatura da abolição são um marco no calendário cultural da cidade. “Estamos muito felizes neste dia, pois  reinauguramos o busto da Princesa Isabel, que recebeu melhorias e revitalização. Para os capitães e generais dos grupos folclóricos, ela é venerada pela libertação dos seus antepassados que são lembrados na missa dos Cativos da Alma”, destaca Antônio Carlos.

Uberaba conta hoje com 19 movimentos culturais que valorizam a  raça negra, entre eles  estão  as  Congadas, Moçambique, Afoxé e Vilão. Também participaram dos festejos outros seis grupos da região, inclusive  da  cidade  de  Uberlândia. A programação em  homenagem  aos  afrodescendentes do  município,  termina no dia 20 de  maio com celebração da missa de encerramento na paróquia de Nossa Senhora do Rosário.

Padre Adailton comenta a grande festa da comunidade negra de Uberaba, que este ano levou milhares de pessoas à paróquia de Santa Teresinha.

 

Pastoral da Comunicação da Paróquia de Santa Teresinha da Arquidiocese de Uberaba

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