Festa em Louvor a Santa Rita de Cássia, em Tapira, começa nesta quarta-feira (16)

A paróquia de São Sebastião, em Tapira, celebrará a festa em louvor à Santa Rita de Cássia de 16 à 19 de maio. Nos dias 16, 17 e 18 haverá Terço e a Santa Missa às 19h. No dia 19 de maio, sábado, será celebrada a festa, com Terço Mariano às 18h, seguido da Missa Sertaneja, com o Coral de São Sebastião. Após a missa haverá a procissão.

Padre Alvimar Santana Bhering, pároco da paróquia de São Sebastião, o Diácono Célio Santos, juntamente com os festeiros, Jacinto Rodrigues Paiva e família e Carlos Estante Retucci e família, convidam a todos para participarem da Festa em louvor a Santa Rita de Cássia!

Endereço da Capela de Santa Rita:Areias, Solar da Serra, Tapira.

Outras informações: (34) 3633-1229

Participe!

Santa Rita de Cássia

Celebrar nossos santos é testemunhar a Ressurreição de Jesus, é a demonstração de como pode ser plena a vida de todos nós cristãos católicos, que Santa Rita de Cássia favoreça que todos nós nos empenhemos em transformar nossa sociedade desigual. O amor gera a fé no Cristo e em seus Santos. Comunidade sem fé não é comunidade cristã. O que significa ser devoto de Santa Rita em nossos dias? Como testemunhar a nossa devoção em meio a uma sociedade marcada por sinais de morte e opressão?

A fé em Santa Rita de Cássia nos leva ao testemunho. Ser devoto é ter a coragem, é fazer o que ela fez: sem exagero de lenda, percebe-se o rosto humaníssimo da mulher que não passou indiferente diante da tragédia da dor e da miséria material, e social. Nossas comunidades têm a coragem de Santa Rita? Como a de entregar seus filhos a Deus, pedindo que os chamasse? As orações de Rita obtiveram prodigiosas curas e conversões, como a do seu marido Pedro, e a coragem de pedir e entregar seus dois filhos, que já crescidos a Deus, pois eles juraram vingar a morte do pai, e antes que ambos manchassem com o homicídio, sua oração humanamente incompreensível, foi ouvida.

Sem marido e sem filhos, Rita então pôde bater à porta do convento das agostinianas de Cássia. Seu pedido não foi aceito.

Voltando ao seu lar, suplicou incessantemente aos seus três santos protetores, São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolau de Tolentino e numa noite deu-se o prodígio. Os três santos apareceram-lhe e convidaram-na para segui-los. Levaram-na bem no meio do coro, onde as freiras recitavam as orações da manhã. Rita pôde assim vestir o hábito das agostinianas. Voltando-se à penitência, à oração e ao amor de Cristo crucificado, que a associou visivelmente à sua paixão, imprimindo-lhe na testa um espinho.

O devoto de Santa Rita vive na tensão entre o já pertencer a Cristo e o ainda não estar com ele definitivamente. Daí nasce a busca para um mundo melhor. Jesus é a realização global do projeto de Deus. Quem adere a ele, como nossa Santa assim fez pela fé, recebe o perdão dos pecados e passa a fazer parte do seu povo. Ao celebrarmos Santa Rita é sempre celebração pascal, que revela em sinais essa nova criação e aponta a Páscoa definitiva, quando o Amor penetrar e transformar todas as coisas.

Padre Alvimar Santana Bhering

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