Sacerdote do Paraná é nomeado Capelão do Papa Francisco

As comunidades de Guarapuava e Palmital estão em festa com a mais nova nomeação do Papa Francisco: Pe. Antônio Ailson Aurelio, da diocese de Guarapuava/PR e Oficial para Congregação para os Bispos no Vaticano, foi designado Capelão de Sua Santidade. Um reconhecimento pelo “serviço e unidade” ao Pontífice, disse o Monsenhor Antônio.

Silvonei José, Andressa Collet – Cidade do Vaticano

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O então Pe. Antônio Ailson Aurelio, da diocese de Guarapuava/PR e Oficial para Congregação para os Bispos no Vaticano, é o mais novo nomeado a Capelão do Papa Francisco. O título honorífico é conferido por concessão especial a sacerdotes seculares a serviço da Santa Sé ou sob pedido do bispo da diocese a sacerdotes diocesanos considerados merecedores.

Natural de Palmital/PR, Mons. Antônio veio à Itália há 6 anos para um doutorado, concluído em 2017, que aprofundou a vida e a obra de Dom João Braga, primeiro arcebispo de Curitiba. Mons. Antônio também é graduado em Filosofia, pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná, e tem mestrado em História e Bens Culturais da Igreja, pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma. Atualmente, atua junto à Congregação para os Bispos do Vaticano, organismo da Cúria Romana, como responsável pela análise e trâmites de documentos referentes à Igreja e aos exercícios episcopais do Brasil, como, por exemplo, o acompanhamento das nomeações dos bispos e das visitas ad Limina, no Vaticano.

Mons. Antônio Ailson Aurelio está na Itália há 6 anos

Serviço e unidade com o Papa

O Monsenhor Antônio acredita que com a nova nomeação, a Igreja reconhece o serviço prestado ao longo do seu sacerdócio e à Congregação no Vaticano, num trabalho já unido ao Papa:

“ O Capelão presta serviço a um ofício, àquilo que designa o Papa. Na história dos Capelães está, exatamente, o serviço a um hospital, à uma congregação religiosa, em vários setores da Igreja. No meu caso, eu continuo prestando esse serviço aqui, na Congregação para os Bispos, ajudando o Santo Padre no discernimento do governo da Igreja em relação aos bispos, dioceses e acompanhamentos. ”

Fonte: Vatican News

 

 

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