Comissão para a Ação Social Transformadora

A Comissão Arquidiocesana Pastoral de Ação Social Transformadora tem como objetivo principal a promoção do testemunho da Igreja frente à prática da justiça, caridade e a paz. Além disso tem a missão de defender, de forma integral, a criação e incentivar o estudo da Doutrina Social da Igreja.

A missão específica desta Comissão Pastoral é reunir todas as Pastorais Sociais e, à luz da Doutrina Social da Igreja, apresentar, com a prática, a solidariedade da Igreja, a partir da ação do Cristo, em favor dos pobres e indefesos. Deve ser um sinal transformador da realidade social na força do Evangelho.

O desejo na articulação desta comissão é que se possa unir a fé e a vida, a partir da oração e da ação. Lembramos daquilo que Jesus mesmo diz no Evangelho de Mateus 7,21: “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor! Senhor!’ entrará no Reino dos Céus, mas quem põe em prática a Palavra do meu Pai”. A Palavra do Pai se revela plenamente no Filho que nos convida o “escutar o que Ele diz”. A vida de Jesus foi, intensamente, em favor dos pobres e marginalizados.

Sabemos que para agir em favor da transformação da realidade em que vivemos necessitamos unir forças com diversas dimensões sociais que visam o mesmo objetivo. Para isso esta Comissão também deve articular e fortalecer, junto à sociedade civil como também a órgãos de direito, a participação de toda Igreja para construção de uma sociedade justa e solidária.

Em vista disso, é urgente conhecer a Doutrina Social da Igreja. Para isso, a Arquidiocese de Uberaba, através da Comissão de Ação Social Transformadora, promoverá um estudo sobre este assunto, fazendo despertar nas comunidades o compromisso com uma Igreja em saída, como nos pede o Papa Francisco, pois não podemos amar o que não conhecemos. Percebemos que hoje a Igreja não pode se descuidar desta missão de cuidar dos prediletos do Reino.

Em nossa Arquidiocese, atualmente, participam desta Comissão de Ação Social Transformadora as seguintes pastorais sociais: Comissão de Direitos Humanos da Arquidiocese, Pastoral da Criança, Pastoral da Sobriedade, Pastoral da Pessoa Idosa, Cáritas Arquidiocesana, Pastoral Carcerária. Muitas ações pastorais na dimensão social podem ser desenvolvidas, para isso necessitamos de pessoas que acreditem que por este trabalho, transformamos a sociedade atual.

Pe. José Edilson da Silva

Assessor Espiritual da Comissão Arquidiocesana da Ação Social Transformadora

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Pastoral do Dízimo

Dízimo é partilha

A Campanha do Dízimo tem o objetivo de relembrar aos católicos partilhar e ser solidário traz alegria ao doador e é uma atitude própria do ser cristão, do católico. “Deus ama aquele que dá com alegria” 2 Cor 9,7.

Na vida partilhamos muito: a casa com nossa família; o transporte, com outras pessoas; as nossas opiniões, com amigos… O conceito de partilha está ligado ao conceito de divisão. Partilhar é fazer a divisão de alguma coisa. Partilhar é dividir. E dividir tem o significado de tirar uma parte do que se tem.

Entretanto, se no dicionário partilhar significa dividir, para os católicos não tem o mesmo significado, porque, na vida de todos eles, partilhar não é dividir; ao contrário, é somar; não é diminuir, mas aumentar; não é perder, mas ganhar. Partilhar, para o católico é, antes de tudo, um gesto de amor.

Amor ao próximo e amor a Jesus que, com um milagre, conseguiu partilhar o pouco que se tinha naquele momento – 5 pães e 2 peixes trazidos por um menino – com milhares de pessoas, alimentando-as em pleno deserto quando não existia mais comida e mostrando, na prática, como a partilha não divide, mas multiplica. Com o pouco dado, com amor, se transforma em muito. (João 6, 1-13)

Quando promovemos a partilha com a visão do católico, repetindo o gesto de oferta do menino, damos sem esperar nada, mas recebemos algo em troca se essa partilha é feita com amor, porque a partilha é uma via de mão dupla.

Assim como aconteceu no episódio do profeta Elias (I Reis 17,7-16), que chegando à casa de uma viúva pediu que esta lhe preparasse uma refeição com o último punhado de farinha e um pouco de azeite que possuía. Ela o fez prontamente sem pedir nada em troca, partilhando o pouco que tinha, e, a partir daquele momento, não faltou mais alimento em sua casa.

Os cinco pães e os dois peixes oferecidos pelo menino e divididos por Jesus entre a multidão, e a comida oferecida pela viúva ao profeta Elias são representados, hoje, pelo gesto de oferta e partilha repetido em nossas comunidades: o Dízimo.

A campanha acontece durante o mês de julho e todas as pastorais, movimentos e associações, precisam envolver-se juntamente com a pastoral do dízimo. É importante que o trabalho seja realizado por todos para que a campanha aconteça de verdade, isto é, atinja todos os católicos. O envolvimento de todos é o segredo para a campanha dar certo.

Pe. Marino Molina – Assessor espiritual da Pastoral do Dízimo da Arquidiocese de Uberaba

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Pastoral Vocacional

AÇÃO EVANGELIZADORA EM PROL DAS VOCAÇÕES ARQUIDIOCESE DE UBERABA

A Arquidiocese de Uberaba, atenta ao pedido de Jesus: “Pedi ao Senhor da messe que envie operários para a sua messe” (Mt 9,38), iniciará, a partir do dia 12 de maio (4º Domingo da Páscoa – “Domingo do Bom Pastor”) uma AÇÃO EVANGELIZADORA em prol de vocações para a Igreja. A proposta é que cada comunidade coloque-se em oração como um único corpo, pedindo ao Senhor, por intercessão de Nossa Senhora uma nova vocação para a Igreja.

A vocação para o sacerdócio, a vida consagrada, a família, a missão… é um dom concedido somente por Deus, mas também é fruto da comunidade que reza. O Papa Francisco acredita neste propósito: “Jesus nos disse que o primeiro método para obter vocações é a oração e nem todos são convencidos disso”. Além da oração, outro elemento essencial serão os testemunhos. Nossos jovens precisam ver testemunhos bonitos de pessoas que se dedicam inteiramente ao Senhor em nossa Arquidiocese com alegria e entusiasmo, para que possam sentir-se motivados a apostar suas vidas nesse mesmo caminho.

A Ação Evangelizadora: “Cada comunidade uma nova vocação” vai desenvolver-se a partir de dois eixos:

1º REZAR PELAS VOCAÇÕES:

Antes de todas as missas – as comunidades serão convidadas a rezarem a dezena do Santo Rosário na intenção das vocações e também no decorrer das missas, no momento da oração dos fiéis, ou na ação de graças, poderão rezar a oração vocacional e entoar o tradicional “Enviai Senhor…”;

Também nos encontros e reuniões promovidos pela Arquidiocese; nas reuniões paroquias e encontros: de conselhos, de pastorais e movimentos, de catequese, de casais, grupos de reflexão, etc, rezar uma dezena do Rosário e/ou a Oração pelas vocações;

É importante recordar sempre às pessoas a intenção da oração: pelas vocações.

2º DIVULGAR NOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO TESTEMUNHOS VOCACIONAIS E VÍDEOS DE MOTIVAÇÃO VOCACIONAL

Serão produzidos pelo Serviço de Animação Vocacional, vídeos com lindos testemunhos vocacionais e vídeos motivacionais que deverão ser lançados nas redes sociais, fazendo-os chegar a grande massa juvenil de nossas comunidades. Para facilitar o acesso a esses materiais, os mesmos serão disponibilizados em plataforma digital, nesta página da Pastoral Vocacional no site da Arquidiocese de Uberaba.

Para iniciarmos o projeto pedimos a todos: padres, religiosos e religiosas, leigos e leigas que sigam os passos abaixo:

1º Passo – DIVULGAÇÃO

Para que a Ação Evangelizadora seja apresentada a todos os fiéis, principalmente ao CPP para que toda a paróquia possa abraçar o projeto.

2º Passo – MATERIAL

Para que tenham acesso a todo o material que será disponibilizado para Arquidiocese: cartaz, panfleto com a oração, marca-páginas motivacional e o banner com a oração que deverá ser afixado nas igrejas.

3º Passo – ABERTURA

Para preparar e mobilizar toda a paróquia para realizar oficialmente a abertura da Ação Evangelizadora, no dia 12 de maio, em todas as missas.

“Caminheiro, você sabe, não existe caminho. Passo a passo, pouco a pouco e o caminho se faz.”

Com o refrão deste belo canto, venho convidá-los, a juntos somarmos cada vez mais forças para o nosso Serviço de Animação Vocacional, não podemos caminhar sozinhos e isolados, mas vamos juntos de mãos dadas, como Igreja Particular da Arquidiocese de Uberaba cuidar das vocações!

Confiemos que Deus continuará a despertar jovens generosos para segui-lo, tornando a Igreja uma luz que brilha nesse mundo. Responder ao chamado de Deus é o propósito da Ação Evangelizadora. Certamente, pela oração e pelo testemunho muitos jovens serão tocados e motivados a também empenharem sua vida no projeto de Deus. Que Maria Santíssima, a Mãe das Vocações, que escutou, acolheu e viveu a Palavra de Deus feita carne, nos guarde e sempre nos acompanhe nesta missão.

Pe. Rogério Consentino de Aguiar
Promotor Vocacional

 

Elementos que compõem a logo:

CRUZ – SÍMBOLO DOS CRISTÃOS, DA ADESÃO A JESUS CRISTO E DA MISSÃO DOS BATIZADOS;

VERDE – REPRESENTA TRANQUILIDADE, SEGURANÇA, CRENÇA.

MARIA – REFERÊNCIA À NOSSA SRA. DA ABADIA. NO MANTO TEMOS AS CONTAS DO TERÇO, ORAÇÃO MARIANA EM FAVOR DAS VOCAÇÕES.

AZUL – REPRESENTA O MANTO DE NOSSA SENHORA

BARCO – SÍMBOLO VOCACIONAL, DA PRÓPRIA IGREJA DE CRISTO E DA UNIDADE DOS CRISTÃOS.

AZUL CLARO – REPRESENTA CONFIANÇA, VERDADE, SERENIDADE, ÁGUAS TRANQUILAS

CORAÇÃO – SÍMBOLO DO AMOR VIVO E ARDENTE DE JESUS POR NÓS. FAZ REFERÊNCIA AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS, PADROEIRO DE NOSSA ARQUIDIOCESE.

VERMELHO – LEMBRA O SANGUE, O SOFRIMENTO E A MORTE DO SALVADOR. LEMBRA TAMBÉM O ESPÍRITO SANTO QUE É O AMOR VIVO DE DEUS.

Oração pelas vocações

 

Confira o primeiro vídeo da Ação Evangelizadora:

 

Faça o download dos materiais da campanha:

Apresentação do Power Point – Projeto Cada Comunidade Uma Nova Vocação

 

 

Roteiro Missa de Abertura da Ação Evangelizadora

 

 

Hino Oficial da Ação Evangelizadora – PowerPoint

 

 

 

Partitura

Mãe de Todas As Vocações CNBB Regional Sul 2

 

 

Hora Santa Vocacional

 

 

 

 

Ação Evangelizadora: “Cada comunidade uma nova vocação”

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Movimento de Cursilhos de Cristandade (MCC)

Os membros do Movimento de Cursilhos de Cristandade (MCC) da Arquidiocese de Uberaba realizam um importante trabalho na Igreja particular de Uberaba e nas regiões que abrangem a Arquidiocese, com atividades frequentes: Escola de Vivência, Curso Básico para novos cursilhistas, Cursilhos para Homens, Cursilhos para Mulheres, Cursilho para Jovens, além de Ultreias e outras ações.

Nas entrevistas de hoje você vai saber o que é o MCC, os motivos de haver a separação entre o Cursilho de Homens e de Mulheres, além de entender o que são as Escolas de Vivência e toda prática da vivência da fé proposta pelo Cursilho.

Entrevistamos o Assessor Nacional do MCC e também assessor espiritual do Movimento de Cursilhos de Cristandade da Arquidiocese de Uberaba, Pe. José Roberto Ferrari, e também o coordenador leigo, José Renis de Carvalho.

Entrevista com o coordenador leigo do MCC da Arquidiocese de Uberaba

José Renis de Carvalho, coordenador arquidiocesano do Movimento de Cursilhos de Cristandade – GED Uberaba.

Nosso primeiro entrevistado é José Renis de Carvalho, coordenador arquidiocesano do Movimento de Cursilhos de Cristandade – GED Uberaba. José Renis esteve à frente da coordenação no período de 2008 a 2012, por duas gestões, quando a gestão/mandato era de dois anos. Após esse período, a gestão/mandato foi alterada para três anos e teve início em 2016, seu término foi no final de 2018, quando foi reconduzido ao cargo de Coordenador para mais 3 anos (Triênio 2019 a 2021). “Para a nova coordenação foram reeleitos: Coordenador José Renis de Carvalho, Vice-Coordenador Roberto Leandro Alves e Assessor Espiritual Eclesiástico Pe. José Roberto Ferrari”, informa o entrevistado.

José Renis conta que o Cursilho foi um divisor de águas em sua vida. “Vivi uma experiência antes de fazer o Cursilho e vivo outra após ter vivenciado o Cursilho, em setembro de 2000. Não tinha compromisso com a religião, mas a partir do Cursilho assumi o ‘Compromisso de Cristão Comprometido’ e muita coisa mudou na minha existência, como exemplo e testemunho para formação familiar”.

O coordenador arquidiocesano busca viver Cristo intensamente, em todos momentos e em tudo o que faz. “Obedientes às limitações que exerço, participo das Assembleias Regionais e Assembleias Nacionais com o objetivo de trazer para a nossa Escola de Vivência conteúdos, experiências e as atualizações que acontecem em todos os níveis – nos GEDs (Grupos Executivos Diocesanos), GERs (Grupos Executivos Regionais) e GEN (Grupo Executivo Nacional), para o desenvolvimento espiritual, crescimento e compromisso como Cristão Comprometido do nosso GED Uberaba”, explica.

O que é o Cursilho?

José Renis: É um Movimento da Igreja que mediante método próprio torna possível a vivencia e a convivência do fundamental Cristão. Um pequeno Curso que em 3 ou 2 dias (nossa realidade é de 2 dias), por inspiração do Espírito Santo, cursilhistas que já vivenciaram e mais experientes, conseguem mostrar aos iniciantes o verdadeiro caminho que precisamos seguir para dar sentido às nossas vidas. Dar continuidade ao projeto de Deus, que por Jesus Cristo, nos escolheu para missão de Evangelizar, ou seja, levar a Palavra e fermentar de Evangelho todos ambientes, seja na família em primeiro lugar, no trabalho, na sociedade, etc.

Qual é o objetivo do Cursilho?

José Renis: No processo de expansão do MCC no mundo são celebrados diversos Encontro Internacionais com o objetivo fundamental de promover a unidade à escala universal, que identifica e caracteriza o Movimento em todo o mundo, em todos os países e que levem todos os dirigentes a defender e conservar o fundamental cristão. O Cursilho por graça de Deus consegue iluminar toda a vida à luz do Evangelho e possibilita um triplo encontro: consigo, com Deus e com os outros. Objetivo principal é o início da conversão pessoal crescente, consciente e comunicada em sociedade. Despertar no cristão o desejo de continuar o processo de conversão iniciada em grupo ou comunidade; motivar a responsabilidade; formar lideranças para atuar nos ambientes comunitários e dar respostas que modifique, e transformem as realidades da sociedade na dimensão missionária, “Igreja em saída”.

Quem é convidado a participar do Cursilho?

Coordenadores do GER Leste 2 MG 1 / Coordenador Dr. Adair José Batista; Vice-coordenador José Leão Rocha (ao fundo à esquerda); Assessor Espiritual Eclesiástico Pe. José Roberto Ferrari; Tesoureiro José Renis de Carvalho.

José Renis: Os Batizados afastados de Deus, pessoas que por circunstâncias da vida ou por decisão própria a fé cristã não tem relevância ou que perderam o sentido da vida. Não tendo consciência da sua importância como membros da Igreja afastam-se de Cristo e do Evangelho. Com prudência e caridade pedimos aos responsáveis para casos onde o Cursilho não acrescentaria benefícios ou soluções. O Cursilho está aberto a todas as pessoas com personalidade profunda de amar, do viver fraterno(a), solidário(a), pessoas que tenham critério e juízo claro e que possam ser capazes de vivência plena, ativa e consciente. Além disso que possam atuar como agentes transformadores, fermento eficiente, maduras, livres e  responsáveis de qualquer condição social, cultural ou ideológicas. Pessoas que estejam dispostas a refletir e aceitar a verdade das suas vidas, capazes de captar a mensagem que se proclama, capazes de comprometer-se e envolver-se no serviço à comunidade e que tenham potencial e influência nos ambientes que convivem.

Por que existe a separação entre o Cursilho dos homens e o Cursilho das mulheres?

José Renis: Por ser a conversão individual e não tratar-se de encontro entre casais. A mensagem proferida tem caráter de reflexão individual e encontro pessoal nos seus 3 tempos. A mensagem proferida deve ser absorvida no coração de cada um e refletida individualmente. Para encontro de homens e mulheres existem na Igreja outros movimentos ou serviços que tratam o casal, exemplo: Dialogo Conjugal, ECC, Pastoral Familiar. O Cursilho tem método próprio e seu carisma principal é o Querigma, ou seja, a palavra que tem o objetivo de tocar e levar à reflexão, transformação do cristão e ao início da conversão.

Por que fazer o Cursilho?

José Renis: Para conhecer a si mesmo, refletir sobre o projeto que Deus tem para cada um, dar um sentido à vida, entender que o Pai é Rico em Misericórdia e não quer perder nenhuma de suas ovelhas. Mostrar que a família é a base de tudo e a Igreja é o local para se viver em comunidade. Seguir Cristo para continuar o plano e missão que Ele deixou para nós cristãos leigos. Partilhar e comprometer-se com o bem, com a justiça e com a Evangelização dos ambientes.

Qual é a proposta da Escola de Vivência?

A nova coordenação: Coordenador José Renis de Carvalho (à esquerda), Vice-coordenador Roberto Leandro Alves (à direita) e Assessor Espiritual Eclesiástico Pe. José Roberto Ferrari.

José Renis: A Escola de Vivencia é a continuação do que se viu e ouviu no Cursilho, é a fonte de perseverança. Ela ajuda a pessoa conservar-se firme na caminhada cristã. É o local para partilhar o quarto dia da vivência cursilhista, estudar os documentos do MCC, documentos do Magistério da Igreja, preparar e capacitar o cristão para servir nos Cursilho, formar-se para formar novos cursilhistas. A Escola de Vivência da nossa Arquidiocese de Uberaba acontece todas as segundas-feiras, de 20h às 21h30, na cidade de Uberaba e é aberta a toda comunidade católica. Temos também Escola de Vivencias nos Setores: Água Comprida, Araxá, Frutal e Sacramento. Pretendemos ativar novamente Ponte Alta e está em estudo para iniciar na cidade de Romaria. A proposta da Escola de Vivência é a formação de bons Responsáveis, competentes Mensageiros que comungam a mesma Fé, amam o Movimento de Cursilho e que podem tornar-se Coordenadores em todos os níveis e instâncias do MCC.

Qual é o objetivo do Curso Básico?

Curso Básico do Cursilho realizado no dia 20 de maio de 2019

José Renis:Dar continuidade ao processo de Formação dos Cursilhistas que vivenciaram os últimos cursilhos realizados. O Curso Básico mostra como preparar-se para realizar Cursilhos; como funciona a Escola de Vivência; como, onde e quando iniciou os Cursilhos no Brasil e no mundo; quando o movimento teve início na nossa Arquidiocese; a razão de se fazer Cursilho separado homens e mulheres; aborda a importância da inserção cursilhista nas paróquias; da perseverança na Escola de Vivência e Fé; a conversão etc.

Qual é o sentimento de estar à frente (coordenação) deste movimento?

José Renis:Estar à frente (Coordenação do Movimento de Cursilho) do GED Uberaba, não é mérito e não dá direito a título algum, mas é preciso muito esforço para alcançar a simplicidade. Entender que todos que já vivenciaram o Cursilho e participam ativamente na Escola de Vivência são responsáveis para o desempenho eficaz do Movimento na nossa Arquidiocese. Motivo de alegria é compreender que o Cursilho além de colaborar catequizando, atua como despertar vocacional do leigo. Em nossa Arquidiocese temos Diáconos Permanentes que foram tocados no Cursilho, formaram-se e hoje prestam serviço em várias paróquias da cidade e região., Como diz São Paulo é necessário ser servo inútil, mas com a ousadia de tentar todas as formas possíveis, seguir o conselho de Maria, a Mãe de Deus e nossa, que recomenda “fazer tudo o que Ele nos disser”. A alegria maior é ser esperança para os que amam esse Movimento, querer continuar sendo instrumento eficaz, presença e testemunho vivo do Evangelho em todos os ambientes. Viva a Vida, Decolores!

Entrevista com o Pe. José Roberto Ferrari

Assessor Nacional do Movimento de Cursilhos de Cristandade (MCC) e assessor espiritual da Arquidiocese de Uberaba.

 

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Cáritas

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Conselho Arquidiocesano de Leigos e Leigas (CAL)

O Conselho Arquidiocesano de Leigos e Leigas da Arquidiocese de Uberaba foi criado em 21 de Setembro de 2013, com o apoio de Dom Paulo Mendes Peixoto, arcebispo metropolitano de Uberaba, tendo como assessor espiritual Pe. Rogério Consentino de Aguiar.

O CAL é um organismo da Arquidiocese que busca integrar os cristãos leigos e leigas dos movimentos, pastorais e grupos comunitários que vivem sua vida em uma comunidade de fé e inseridos nas diversas atividades da sociedade. Nosso Conselho é parte integrante do Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB) do Regional Leste II da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), que compreende os estados de Minas Gerais e Espirito Santo. As reuniões ordinárias acontecem todo início de mês no Centro de Educação Infantil Marta Carneiro, ao lado da paróquia São José, no bairro Gameleira, em Uberaba.

Na 1ª Assembleia do Povo de Deus, realizada em novembro de 2016, o Conselho apresentou uma proposta de estatuto para os Conselhos Paroquiais de Pastoral (CPPs), que foi discutido, votado e aprovado e vigora em toda Arquidiocese, sendo um grande avanço nas relações entre o clero e o laicato.

Em maio de 2019 foi realizada em Uberaba, a XXVI Assembleia Regional do Laicato, do Regional Leste II, organizada pelo Conselho de Leigos, que reuniu pessoas dos Conselhos de Minas Gerais e Espirito Santo e proporcionou uma maior integração entre leigos e leigas das diversas dioceses do Regional, com trocas de experiências e trazendo novo ânimo para o laicato de nossa Arquidiocese.

O Conselho trabalha para fortalecer o compromisso dos cristãos leigos e leigas com a proposta do Papa Francisco: de uma Igreja em saída, comprometida com os mais pobres, por um mundo mais humano e mais justo.

Conselho Arquidiocesano de Leigos e Leigas (CAL) da Arquidiocese de Uberaba

 

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Setor Juventude

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Pastoral Carcerária

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